A necessidade de escrever vem para mim de um momento fugaz em que o que vem da alma se transforma em um pensamento e teima fortemente em não se desfazer no ar, precisa ser grafado e de alguma forma eternizado. Vai aí um tanto grande de soberba, pois quem disse que o eu penso mereça ser eternizado?
Mas há em mim sentimentos que ai ou eu quem teima em não revelar, nem a mim mesma, por serem tão fortes, podem criar vida própria, então, devem ser soterrados e afundados em mim.
São Paulo, março de 2012.
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